Contos de um mundo – O início

Abaixo um texto que eu criei a muito tempo par um RPG que nunca foi jogado, tentarei a partir desse início escrever algo, mas não espere alguma periodicidade.

Prólogo

No início existia uma pequena esfera, nela consistia tudo e tudo consistia nela. Até que a esfera explodiu, então o espaço vazio e entidades celestiais foram criadas. E estas entidades começaram a ter consciência de seus poderes e energia ilimitada. Uma entidade resolveu criar um mundo, então se dividiu em seis formas. Cinco com consciência, além de poderes e inteligência ilimitados, e a sexta parte se tornou uma gigantesca massa esférica. Um mundo foi criado! A cada entidade foi dada a missão de criar algo. A primeira entidade criou o sol e as estrelas, ela se auto nomeou Suhi. A segunda entidade criou a lua e os mares, ela auto se nomeou Tsuda. A terceira entidade deu movimento ao sol e a lua e ao redor do mundo e criou assim os dias e as noites, ela auto se nomeou Asami. A quarta entidade fez emergir um quinto da terra (que se encontrava submersa) e criou um continente, além disso, criou a atmosfera e auto se nomeou Tera. A quinta entidade criou as plantas e os animais, ela se auto nomeou Life.

Milhões de anos se passaram e um certo dia Life decidiu dar o poder do raciocínio a um macaco. O macaco fez com que seu grupo se impusesse sobre outros macacos, mas não mudou seus hábitos de macacos. Life não entendeu imediatamente o porque disto e então perguntou a mais sábia das entidades, Asami, o que aconteceu e Asami respondeu:

– Você pode ter dado a inteligência ao macaco, mas não deu o livre arbítrio.

Life, feliz com o que descobriu, deu o livre arbítrio ao macaco, este mudou seus hábitos, porém foi isolado e posteriormente morto pelos outros macacos. Então Life descobriu que não era certo mudar assim um animal, porém Life não conseguiu parar de pensar em criar um ser com raciocínio e livre arbítrio e teve uma grande ideia. Ela chamou as outras entidades e fez uma reunião para apresentar sua ideia.

Life propôs que cada entidade criasse a sua própria raça de seres com livre arbítrio e inteligência. Todos adoraram a ideia! Asami sugeriu que cada um desse a sua raça as virtudes que mais apreciavam e habilidades limitadas de uso de magia. Tera disse que preferia não dar o poder mágico, mas apenas muitas virtudes. Asami indagou que cada raça ou teria magia ou capacidade ilimitada de aprendizagem e como ela era a mais sábia das entidades, todos aceitaram.