Yohohoho 6: Demolidor (2015)

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Yo! Essa semana deveria sair o Sobre Músicas e Animes 44, mas devido à algumas escolhas da produção, esse podcast só sairá semana que vem. Assim sendo, o calendário de podcast foi reconfigurado e essa semana vocês vão ficar com a sexta edição do podcast de indicações Yohohoho. No último fim de semana, aproveitando que tinha um pouco de tempo livre e nenhum canto para ir, vi a primeira temporada do seriado do Demolidor especialmente para esse podcast (Claro que se fosse ruim eu não estaria indicando). Espero que curtam a indicação e o podcast!

Duração: 00:11:00

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Comentados na seção de recados:

Extra:

  • Easter eggs em Demolidor (2015)

Confiram abaixo o roteiro do podcast…

< Binks no Sake – Brook Version>

Yo galera!

Aqui quem fala é o Evilasio Junior dos blogs Anime Portfolio e Yopinando!

O Sobre Músicas e Animes 44 que sairia esta semana, sairá semana que vem, por motivos que explicaremos no podcast Sobre Músicas e Animes.

Com isso, houve uma alteração no calendário de podcast e essa semana vocês serão contemplados com a sexta edição do meu podcast solo de indicações, o Yohohoho, que essa semana traz a indicação de um seriado que tem tudo haver com quadrinhos. Acho que vocês vão gostar!

<Marvel’s Daredevil Season 1 – Main Theme>

Hoje estou indicando a primeira temporada da séria Demolidor, lançado via Netflix no dia 10 de abril de 2015. Antes de mais nada, os pequenos possíveis spoilers nesse áudio contemplam apenas o primeiro episódio da trama e informações conhecidas sobre o herói.

O Demolidor,  ou Daredevil no original, termo que significa algo como destemido ou audacioso, foi criado em 1964 por Stan lee e Bill Everet. O personagem sempre foi considerado um herói de segundo escalão da Marvel Comics. Por seu caráter urbano e pela história de sua infância que justifica, em parte, sua empreitada contra o crime. Ele é muitas vezes comparado com o Batman da DC Comics. Porém o personagem tem muitas peculiaridades que o tornam bastante singular.

A primeira aparição do herói em mídias áudio visuais foi nos anos 80 durante o seriado do Incrível Hulk. Na época inclusive ele foi chamado aqui no Brasil de Audacioso, uma tradução um pouco mais literal, na verdade, seria uma tradução livre de Daredevil. Durante os anos 90 a Marvel vendeu os diretos sobre herói em  aparições em mídias áudio visuais para a 20th Century Fox, que em 2003 lançou o filme Demolidor – O Homem Sem Medo. Um tremendo fracasso de público e crítica. E quem viu o filme sabe o porquê.

A pouco mais de dois anos os direitos sobre o personagem voltaram para a Marvel, que devido seu atual projeto de criação de um Universo Marvel  no cinema, na tv e em seriados produzidos para internet, decidiu por desenvolver uma série do Demolidor que está sendo distribuída pela plataforma Netflix.

<Beautiful Crime>

Enfim, vamos falar sobre o seriado…

A série começa nos apresentando não o herói, mas alguns dos vilões que posteriormente serão associados ao grande antagonista da trama, Wilson Fisk, o Rei do Crime. E porque falar sobre o antagonista? Por que ele é de fato o segundo personagem mais importante e bem desenvolvido da trama.

Após esse início, não demora muito para vermos a primeira ação de um recém criado Demolidor, dando seu primeiros passos e tropeços e aprendendo o quão dura é a vida de um herói mascarado. Matthew Murdock, o Demolidor, é um jovem advogado que durante a infância ousou salvar uma pessoa e com isso se acidentou, tendo um produto químico incomum derramado sobre seus olhos e devido a esse produto o garoto perdeu a visão, mas todos os seus outros sentidos foram aprimorados.

Durante o dia Matt se une a seu amigo e sócio Foggy e enfrenta o crime atrás das mesas como um advogado que prefere defender causas honestas e quase que voluntárias, em vez de defender pessoas desonestas  com bastante dinheiro. E em seu primeiro trabalho a dupla defende a jovem Karen Page que é presa injustamente pela morte de um dos colegas de seu antigo emprego. Karen, porém, não tem como pagar os serviços da dupla, mas se torna a secretárias deles e com isso o trio principal de justiceiros da trama se forma.

O grande mérito dessa série, além de apagar a imagem ruim sobre o personagem causada pelo filme de 2003, está no seu roteiro, que deve agradar tanto aos leitores das hq’s do herói, quanto ao público leigo que nunca ouviu ou pouco ouviu falar do Demolidor. Além disso, é inegável o excelente trabalho da equipe ao construir uma Hell’s Kitchen, o bairro de Nova Iorque onde se passa a maior parte da trama, ao mesmo tempo sombria e realista. Fora a coragem da direção em experimentar diferentes maneiras de filmagem para cada sequencia, em especial as sequencias de ação.

Em um dos episódios iniciais existe um plano sequencia de um take que vai fazer muita gente lembrar de Old Boy, Driver e outras obras vicerais. Essa é uma cena que particularmente me fez vibrar como uma criança recebendo aquele brinquedo que tanto queria.

Como já citei, o roteiro é o principal elemento positivo da trama. A construção e evolução do protagonista é excelente e o mesmo vale para o vilão Wilson Fisk, que não à toa rouba a cena em muitos momentos. E falando em vilões, um grande mérito da trama é a maneira natural como os vilões são introduzidos e possivelmente retirados de cena, cada um tendo seu espaço para mostrar a que veio. O mesmo vale para todos os demais personagens coadjuvantes.

A meu ver o único grande problema da obra é uma leve, porém perceptível, pressa do roteiro para fechar a trama nos últimos episódios, nada que desmereça  obra.

Caso me perguntem se vale a pena ver essa série? Ou o quanto gostei dessa série? Eu Devo dizer que… eu gostei muito…  por vários motivos, mas o principal é porque essa é uma história muito boa de se acompanhar.  Muito boa mesmo!

Nesse  áudio preferi não comentar sobre os easter eggs, a correlação da série com os quadrinhos e como a série se encaixa no Universo áudio visual da Marvel, porque não queria passar spoilers sobre a obra, mas no post desse podcast há um vídeo contemplando todas essas coisas e que só vale a pena ser visto após ver toda a série.

Enfim, assistam Demolidor!

<Vinheta>

<Nagai Nagai Yume no Naka no Utage>

Como dessa vez vou apresentar apenas uma indicação, vou aproveitar esse espaço para passar dois recados.

Primeiramente gostaria que conferissem o texto sobre o mais novo projeto de card game nacional que postei no Anime Portfolio, trata-se do jogo Anjos & Dragões da Fiera games. Confira o link desse texto no post e preparem-se para o Duelo!

Também queria convidar os fãs de quadrinhos a conferir e possivelmente ajudar o financiamento coletivo da HQ Hurulla volume 2, de Clayton Barbosa. O projeto pode ser conferido em www.catarse.me/pt/hurulla2.

E antes de finalizar esse podcast gostaria de ler alguns daqueles sempre divertidos termos não convencionais de buscas que levaram algumas pessoas à acessar o Anime Portfolio na última semana.

Uma  pessoa chegou ao blog com a busca: “animes de terror pesado”.

Alguém sabe como se define o peso de um anime de terror?

Uma  pessoa chegou ao blog com a busca: “anime que era dois pias e uma garota que passava na rede tv”.

Não sei qual é o anime, mas eu acho que sei quem fez a busca pelo menos.

Uma  pessoa chegou ao blog com a pergunta: “deltora quest passou na tv globinho?”.

Não, não passou

Uma  pessoa chegou ao blog com a pergunta: “é desvantagem comprar mangá?”.

Você quer colecionar algum mangá? Se você quiser, não é desvantagem não.

E finalmente, duas pessoas chegaram ao blog sem buscar nada no google.

Se a busca vazia está redirecionando as pessoas para meu blog, eu imagino o que o google pensa do Anime Portfolio. Medo!

<Binks no Sake – Everybody Sing>

Por hoje é só! Espero que continuem acompanhando os podcasts do Yopinando e do Anime Portfolio.  Deixem seus comentários no post do podcast ou mandem e-mails para bloganimeportfolio@gmail.com.

Até mais!

Yohohoho!